24 fevereiro 2022

Miraculosa Rainha do Céu







Sol Do Sol
Nossa Senhora, Mãe de Jesus,
Sol Do Re
dá-nos a graça da tua luz.
Sol Do Sol
Virgem Maria, divina flor,
Do Sol Re Sol
dá-nos a graça do teu amor.

Do Sol
Miraculosa, Rainha do Céu,
Sol Do7
sob o teu manto tecido de luz,
Do Fa
faz com que a guerra se acabe na terra
Fa Do Fa Sol
haja entre os homens a paz de Jesus.

Se em teu regaço, bendita Mãe,
toda a amargura remédio tem,
e as nossas almas pedem que vás,
junto da guerra, fazer a paz.

Miraculosa, Rainha do Céu,
sob o teu manto tecido de luz,
faz com que a guerra se acabe na terra
haja entre os homens a paz de Jesus.

Pelas crianças, flores em botão, 
pelos velhinhos sem lar nem pão,
pelos soldados que à guerra vão,
Senhora, escuta nossa oração!

Miraculosa, Rainha do Céu,
sob o teu manto tecido de luz,
faz com que a guerra se acabe na terra
e haja entre os homens a paz de Jesus.

E haja entre os homens a paz de Jesus.







23 fevereiro 2022

Catequese sobre a velhice #01



Hoje iniciamos um percurso de catequeses que procura inspiração na Palavra de Deus sobre o sentido e o valor da velhice. Reflitamos sobre a velhice. Há já algumas décadas que esta idade da vida diz respeito a um verdadeiro “novo povo” que são os idosos. Nunca antes fomos tão numerosos na história da humanidade. O risco de ser descartados é ainda mais frequente: nunca fomos tão numerosos como agora, nunca houve um risco tão grande como agora de sermos descartados. Os idosos são frequentemente vistos como “um peso”. Na dramática primeira fase da pandemia, foram eles que pagaram o preço mais elevado. Já eram a parte mais débil e negligenciada: não olhávamos muito para eles quando eram vivos, nem sequer os vimos morrer. Encontrei também esta Carta para os direitos dos idosos e os deveres da comunidade: foi editada pelos governos, não foi editada pela Igreja, é uma coisa laica: é boa, é interessante, para saber que os idosos têm direitos. Fará bem lê-la.


Juntamente com a migração, a velhice é uma das questões mais urgentes que a família humana é chamada a enfrentar atualmente. Não se trata apenas de uma mudança quantitativa; o que está em jogo é a unidade das idades da vida: ou seja, o verdadeiro ponto de referência para a compreensão e a apreciação da vida humana na sua totalidade. Perguntemo-nos: existe amizade, existe aliança entre as diferentes idades da vida, ou prevalece a separação e o descarte?

Todos vivemos num presente em que coexistem crianças, jovens, adultos e idosos. Mas a proporção mudou: a longevidade tornou-se massa e, em grandes partes do mundo, a infância é distribuída em pequenas doses. Falámos também sobre o inverno demográfico. Um desequilíbrio que tem muitas consequências. A cultura dominante tem como único modelo o jovem-adulto, isto é, um indivíduo que se faz por si mesmo e que permanece sempre jovem. Mas será verdade que a juventude contém o sentido pleno da vida, enquanto a velhice representa simplesmente o seu esvaziamento e perda? Será verdade? Será que só a juventude contém o sentido pleno da vida, e a velhice é o esvaziamento da vida, a perda da vida? A exaltação da juventude como única idade digna de encarnar o ideal humano, unida ao desprezo pela velhice vista como fragilidade, degradação ou deficiência, foi o ícone dominante dos totalitarismos do século XX. Já nos esquecemos disto?

O prolongamento da vida incide de maneira estrutural sobre a história dos indivíduos, das famílias e das sociedades. Mas devemos perguntar-nos: a sua qualidade espiritual e o seu sentido comunitário são objeto de pensamento e de amor coerentes com este facto? Talvez os idosos devam pedir desculpa pela sua obstinação em sobreviver à custa dos outros? Ou podem ser honrados pelos dons que trazem ao sentido da vida de todos? De facto, na representação do sentido da vida – e precisamente nas chamadas culturas “desenvolvidas” – a velhice tem pouca incidência. Porquê? Porque é considerada uma idade que não tem qualquer conteúdo específico para oferecer, nem significado próprio para viver. Além disso, há uma falta de incentivo para que as pessoas os procurem, e uma falta de educação para que a comunidade os reconheça. Em suma, para uma idade que é agora uma parte determinante do espaço comunitário e se estende a um terço de toda a vida, existem – por vezes – planos de assistência, mas não projetos de existência. Planos de assistência, sim, mas não projetos para os fazer viver em plenitude. E isto é um vazio de pensamento, de imaginação, de criatividade. Por detrás deste pensamento, o que faz o vazio é que o idoso, a idosa, são material de descarte: nesta cultura do descarte, os idosos entram como material de descarte.

A juventude é bela, mas a eterna juventude é uma alucinação muito perigosa. Ser ancião é tão importante – e belo – exatamente importante como ser jovem. Lembremo-nos disto. A aliança entre as gerações, que restitui ao humano todas as idades da vida, é a nossa dádiva perdida e devemos recuperá-la. Deve ser encontrada novamente, nesta cultura do descarte e nesta cultura da produtividade.

A Palavra de Deus tem muito a dizer sobre esta aliança. Há pouco ouvimos a profecia de Joel: «Os vossos anciãos terão sonhos, os vossos jovens terão visões» (3, 1). Pode ser interpretado da seguinte forma: quando os idosos resistem ao Espírito, enterrando os seus sonhos no passado, os jovens já não conseguem ver as coisas que devem ser feitas para abrir o futuro. Quando, pelo contrário, os idosos comunicam os seus sonhos, os jovens veem claramente o que devem fazer. Os jovens que já não questionam os sonhos dos idosos, focalizando de cabeça baixa visões que não vão além dos seus narizes, terão dificuldade em carregar o seu presente e suportar o seu futuro. Se os avós voltarem a cair nas suas melancolias, os jovens fechar-se-ão ainda mais com os seus smartphones. O ecrã pode permanecer ligado, mas a vida apagar-se-á antes do tempo. Não consiste precisamente a mais grave repercussão da pandemia no desorientamento dos jovens? Os idosos têm recursos de vida já vivida aos quais podem recorrer a qualquer momento. Ficarão parados a ver os jovens perderem a visão, ou acompanhá-los-ão aquecendo os seus sonhos? Perante os sonhos dos idosos, o que farão os jovens?

A sabedoria do longo caminho que acompanha a velhice à sua despedida deve ser vivida como uma oferta de sentido para a vida, não consumida como a inércia da sua sobrevivência. Se a velhice não for restituída à dignidade de uma vida humanamente digna, está destinada a fechar-se num desânimo que rouba a todos o amor. Este desafio de humanidade e de civilização requer o nosso empenho e a ajuda de Deus. Peçamo-lo ao Espírito Santo. Com estas catequeses sobre a velhice, gostaria de encorajar todos a investirem os seus pensamentos e afetos nos dons que ela tem em si e proporciona às outras idades da vida. A velhice é um presente para todas as idades da vida. É um dom de maturidade, de sabedoria. A Palavra de Deus ajudar-nos-á a discernir o sentido e o valor da velhice; que o Espírito Santo nos conceda também os sonhos e as visões de que necessitamos. E gostaria de salientar, como ouvimos na profecia de Joel no início, que o importante não é apenas que o idoso ocupe o lugar da sabedoria que tem, de história vivida na sociedade, mas também que haja um diálogo, que fale com os jovens. Os jovens devem dialogar com os idosos, e os idosos com os jovens. E esta ponte será a transmissão de sabedoria à humanidade. Espero que estas reflexões sejam úteis para todos nós, para levar por diante esta realidade que o profeta Joel dizia, que no diálogo entre jovens e idosos, os anciãos possam oferecer sonhos e os jovens possam recebê-los e levá-los por diante. Não esqueçamos que tanto na cultura familiar como na social os idosos são as raízes da árvore: têm toda a história ali, e os jovens são como as flores e os frutos. Se o sumo não vier, se não tiver este “soro” – digamos – das raízes, nunca poderão florescer. Não esqueçamos aquele poeta que já citei muitas vezes: “Tudo o que a árvore tem de florescido vem do que está enterrado” (Francisco Luis Bernárdez). Tudo o que uma sociedade tem de bom está relacionado com as raízes dos idosos. Por esta razão, nestas catequeses, gostaria que a figura do idoso fosse posta em evidência, que se compreendesse bem que o ancião não é um material de descarte: é uma bênção para a sociedade.



Catequese do Papa Francisco
23 de fevereiro de 2022




02 fevereiro 2022

Catequese sobre São José #10




Nas últimas semanas pudemos aprofundar a figura de São José, guiados pelas poucas mas importantes informações dadas nos Evangelhos, e também pelos aspetos da sua personalidade, que a Igreja ao longo dos séculos foi capaz de destacar através da oração e da devoção. Partindo precisamente deste “sentir comum”, que na história da Igreja acompanhou a figura de São José, hoje gostaria de me concentrar num importante artigo de fé que pode enriquecer a nossa vida cristã e também moldar da melhor maneira a nossa relação com os santos e com os nossos entes queridos falecidos: refiro-me à comunhão dos santos. Muitas vezes dizemos, no Credo, “creio na comunhão dos santos”. Mas se nos perguntarmos o que é a comunhão dos santos, lembro-me que quando era criança respondia imediatamente: “Ah, os santos fazem a comunhão”. É algo... não compreendemos o que dizemos. O que é a comunhão dos santos? Não é que os santos fazem a comunhão, não é isto: é outra coisa.

Às vezes até o cristianismo pode cair em formas de devoção que parecem refletir uma mentalidade que é mais pagã do que cristã. A diferença fundamental é que a nossa oração e a nossa devoção de povo fiel não se baseia, naqueles casos, na confiança num ser humano ou numa imagem ou num objeto, mesmo quando sabemos que eles são sagrados. O profeta Jeremias lembra-nos: «Maldito o homem que confia noutro homem [...] Bendito o homem que deposita a confiança no Senhor» (17, 5-7). Até quando confiamos plenamente na intercessão de um santo, ou ainda mais na Virgem Maria, a nossa confiança só tem valor em relação a Cristo. Como se o caminho para este santo ou para Nossa Senhora não acabasse ali: não! Chega ali, mas em relação a Cristo. Cristo é o vínculo que nos une a Ele e entre nós, e tem um nome específico:  este vínculo que nos une a todos, entre nós e com Cristo, é  a “comunhão dos santos”. Não são os santos que fazem milagres, não! “Este santo é muito milagroso...”: não, observai: os santos não realizam milagres, mas é apenas a graça de Deus que atua através deles. Os milagres foram realizados por Deus, pela graça de Deus que age por intermédio de uma pessoa santa, uma pessoa justa. É preciso esclarecer isto. Há pessoas que dizem: “Não creio em Deus, mas creio neste santo”. Não, está errado! O santo é um intercessor, alguém que reza por nós e nós rezamos a ele, e ora por nós  e o Senhor concede-nos a graça: o Senhor age através do santo.

O que é, então, a “comunhão dos santos”? O Catecismo da Igreja Católica afirma: «A comunhão dos santos é precisamente a Igreja» (n. 946). Mas, que bonita definição! “A comunhão dos santos é precisamente a Igreja”. O que significa isto? Que a Igreja é reservada aos perfeitos? Não! Isto significa que é a comunidade dos pecadores salvos. A Igreja é a comunidade dos pecadores salvos. Como é bela esta definição! Ninguém pode excluir-se da Igreja, todos somos pecadores salvos. A nossa santidade é o fruto do amor de Deus manifestado em Cristo, que nos santifica amando-nos na nossa miséria e salvando-nos dela. Graças a Ele formamos sempre um só corpo, diz São Paulo, no qual Jesus é a Cabeça e nós os membros (cf. 1 Cor 12, 12). Esta imagem do corpo de Cristo, a imagem do corpo, faz-nos compreender imediatamente o que significa estar ligados uns aos outros em comunhão: «Se um membro sofre – escreve São Paulo – todos os membros padecem com ele; e se um membro é tratado com carinho, todos os outros se congratulam por ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, por sua vez, é um dos seus membros» (1 Cor 12, 26-27). Paulo diz isto: somos todos um só corpo, todos unidos pela fé, pelo batismo, todos em comunhão: unidos em comunhão com Jesus Cristo. E esta é a comunhão dos santos.

Amados irmãos e irmãs, a alegria e o sofrimento que atingem a minha vida dizem respeito a todos, assim como a alegria e o sofrimento que atingem a vida do irmão e da irmã ao nosso lado também dizem respeito a mim. Não posso ficar indiferente em relação aos outros, pois somos todos parte de um só corpo, em comunhão. Neste sentido, também o pecado de uma pessoa atinge sempre todos, e o amor de cada pessoa atinge todos. Em virtude da comunhão dos santos, desta união, cada membro da Igreja está ligado a mim de um modo profundo – mas não digo a mim porque sou o Papa – estamos ligados reciprocamente e de maneira profunda, e este vínculo é tão forte que não pode ser interrompido nem sequer pela morte. Com efeito, a comunhão dos santos não diz respeito apenas aos irmãos e irmãs que estão ao meu lado neste momento da história, mas também àqueles que concluíram a sua peregrinação terrena e atravessaram o limiar da morte. Também eles estão em comunhão connosco. Pensemos, caros irmãos e irmãs: em Cristo ninguém nos pode separar verdadeiramente daqueles que amamos, porque o vínculo é um vínculo existencial, um laço forte que está na nossa própria natureza; só muda a forma de estar juntos com cada um deles, mas nada e ninguém pode interromper este vínculo. “Padre, pensemos naqueles que negaram a fé, que são apóstatas, que são perseguidores da Igreja, que negaram o batismo: também eles estão em casa?”. Sim, também eles, inclusive os blasfemadores, todos. Somos irmãos: esta é a comunhão dos santos. A comunhão dos santos mantém unida a comunidade dos crentes na terra e no Céu.

Neste sentido, a relação de amizade que posso construir com um irmão ou irmã ao meu lado, também a posso estabelecer com um irmão ou irmã no Céu. Os santos são amigos com quem muito frequentemente estabelecemos relações de amizade. Aquilo a que chamamos devoção a um santo – sou muito devoto deste santo, desta santa –  a que chamamos devoção é na verdade um modo de expressar amor a partir deste mesmo vínculo que nos une. Também na vida de todos os dias podemos dizer: “Mas esta pessoa tem muita devoção pelos seus pais idosos”: não, é um modo de amar, uma expressão de amor. E todos sabemos que podemos sempre recorrer a um amigo, especialmente quando estamos em dificuldade e precisamos de ajuda. E nós precisamos dos amigos no Céu. Todos precisamos de amigos; todos precisamos de relações significativas que nos ajudem a enfrentar a vida. Também Jesus tinha os seus amigos e recorreu a eles nos momentos mais decisivos da sua experiência humana. Na história da Igreja há algumas constantes que acompanham a comunidade crente: em primeiro lugar, o grande afeto e o vínculo muito forte que a Igreja sempre sentiu em relação a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe. Mas também a honra especial e o afeto que Ela dedicou a São José. No fundo, Deus confia-lhe as coisas mais preciosas que tem: o seu Filho Jesus e a Virgem Maria. É sempre graças à comunhão dos santos que nos sentimos próximos dos santos e das santas que são nossos padroeiros, pelo nome que recebemos, por exemplo, pela Igreja a que pertencemos, pelo lugar onde vivemos, e assim por diante, também por uma devoção pessoal. E esta é a confiança que nos deve animar sempre a recorrer a eles nos momentos decisivos da nossa vida. A devoção aos santos não é algo mágico, não é uma superstição; é simplesmente falar com um irmão, uma irmã que está diante de Deus, que viveu uma vida justa, uma vida santa, uma vida exemplar, e agora está diante de Deus. E falo com este irmão, com esta irmã, e peço a sua intercessão para as minhas necessidades.

É precisamente por isto que me agrada concluir esta catequese com uma oração a São José, à qual estou particularmente ligado e que recito todos os dias há mais de 40 anos. É uma oração que encontrei num livro de preces das Irmãs de Jesus e Maria, de 1700, do final do século XVI. É muito bonita, mas mais do que uma oração é um desafio a este amigo, a este pai, a este nosso guardião que é São José. Seria bom se aprendêsseis esta oração e pudésseis repeti-la. Lê-la-ei: “Glorioso Patriarca São José, cujo poder sabe tornar possíveis coisas impossíveis, vinde em meu auxílio nestes momentos de angústia e dificuldade. Tomai sob a vossa proteção as situações muito graves e difíceis que vos confio, para que possam ter uma solução feliz. Meu amado Pai, toda a minha confiança está depositada em vós. Que não se diga que vos invoquei em vão, e dado que tudo podeis junto de Jesus e Maria, mostrai-me que a vossa bondade é grande como o vosso poder”. E termina com um desafio, isto é desafiar São José: “E dado que tudo podeis junto de  Jesus e Maria, mostrai-me que a vossa bondade é grande como o vosso poder”. Confio-me todos os dias a São José, com esta oração, há mais de 40 anos: é uma antiga prece.

Em frente, coragem, nesta comunhão de todos os santos que temos no céu e na terra: o Senhor não nos abandona!



Catequese do Papa Francisco
2 de fevereiro de 2022



01 fevereiro 2022

Há pressa no ar (Hino Oficial das JMJ Lisboa 2023)




De todo o mundo para este lugar,
Partimos, voámos, chegámos aqui.
Com Maria, ensaiamos um sim.
Queremos servir, fazer a vontade
Do Pai, nosso Pai.
Chamados a ser com Cristo Jesus,
Queremos dar, queremos estar,
Dispostos ao sim, fazer como a Mãe.

Refrão:
Todos vão ouvir a nossa voz,
Levantemos braços, há pressa no ar.
Jesus vive e não nos deixa sós:
Não mais deixaremos de amar.

Tu que andas à procura de ti
Parte à descoberta, vem ver o que eu vi.
Vem connosco, vem olhar para além
Daquilo que fazes e que não te deixa
Sorrir e amar.
Não olhes para trás, não digas que não.
Ouve o teu coração,
E parte, sem medo, nesta missão.

[Refrão]

Foi Maria quem primeiro acolheu
A grande surpresa da vida sem fim.
Confiante e simples, quis receber
Tão grande mistério de um Deus que é
p’ra sempre / Por ti e por mim.
Não posso calar, não posso deixar
De dizer: “Meu Senhor,
Conta comigo, não mais calarei!”.

[Refrão]

Sem ter dúvidas da sua missão,
Maria, tão jovem, depressa deixou
Sua casa e p’la montanha subiu,
P’ra ver Isabel e logo encontrou
Saudação, comunhão.
O fruto é bendito, é o meu Senhor!
E eu também quero ouvir:
“Porque acreditaste, para sempre és feliz!”.

[Refrão]



Pauta | Versão em português
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Pauta | Versão Internacional
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Pauta | Versão ‘de bolso’ com diagramas de acordes para guitarra
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Pauta | Versão ‘de bolso’ com diagramas de acordes para voz e piano
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Pauta | Versão ‘de bolso’ com diagramas de acordes para piano e órgão
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Áudio | Backing Track (português)
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Áudio | Backing Track (internacional)
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Letra/Lyrics | João Paulo Vaz (Pe), Matilde Trocado, Hugo Gonçalves (Pe).
Música/Music | Pedro Ferreira
Arranjo/Arrangement | Carlos Garcia
 
INSTRUMENTISTAS | MUSICIANS 
 
Bateria e Percussões / Drums & Percussion | Marito Marques
Baixo / Bass | Cícero Lee
Guitarras Acústica e Eléctrica / Acoustic and Electric Guitars | Tiago Oliveira 
Cavaquinhos, Bouzouki e Bandolins / Mandolins | Luís Peixoto
Guitarra Portuguesa / Portuguese Guitar | Bernardo Romão 
Piano, teclados, cordofones e outras percussões / Piano, keyboards, string instruments and percussion | Carlos Garcia
 
CORO | CHOIR

Soprano | Soprano
Alice Simões; Ana Manuel Castro; Ana Rita Loureiro; Ângela Arantes; Carlota Dores; Carminho Vitorino; 
Inês Lindeza; Juliana Branco, Liliana Bernardo; Susana Ferreira; Teresa Ferreira.
 
Alto | Alto
Beatriz Fonseca, Benedita Costa, Carmo Lacerda, Carolina Borges, Filipa Augusto, Joana Peixoto, 
Margarida Botelho, Maria Inês Paz, Maria Teresa Machado, Matilde Ataíde, Soraia Martins.
 
Tenor | Tenor
António Guedes, António Maia, Emanuel Domingos, Henrique Vaz, Guilherme Corga, Hugo Monteiro, João Paulo Vaz (Pe),
João Tavares, Miguel Fontes, Pedro Ferreira, Pedro Pereira, Pedro Santos, Pedro Varela, Salvador Seixas.
 
Baixo / Bass
Bruno Maricato, David Santos, José Blanco, Joseph Ngongo,
Paulo Cabrita, Salvador Miranda, Tiago Quintas.
 
Direção de Vozes / Choir conductor | Teresa Cordeiro 
assisted by Ana Isabel Pereira, Sérgio Peixoto.
 
Direção Musical e Produção / Music Director and Producer | Carlos Garcia
 
Captação, Mistura e Masterização / Record, Mix and Master |  Nelson Canoa e Carlos Garcia

Vídeo / Video: smartzeko.com
 
@Fundação JMJ Lisboa2023