30 maio 2025
A pressa que vem do amor
29 maio 2025
A partida que nos envia
26 maio 2025
Junho, o mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus
25 maio 2025
50 mil crianças depois
05 maio 2025
Maria "estava"
No nosso itinerário de catequeses sobre a esperança cristã, hoje meditamos sobre Maria, Mãe da esperança. Maria atravessou mais de uma noite no seu caminho de mãe. Desde a primeira menção na história dos evangelhos, a sua figura destaca-se como se fosse o personagem de um drama. Não foi simples responder com um «sim» ao convite do anjo: e no entanto, ainda na flor da idade, ela respondeu com coragem, não obstante nada soubesse do destino que a esperava. Maria, naquele instante, parece uma das muitas mães do nosso mundo, corajosas até ao extremo quando se trata de acolher no próprio ventre a história de um novo homem que nasce.
Aquele «sim» foi o primeiro passo de uma longa lista de obediências — longa lista de obediências! — que acompanharão todo o seu itinerário de mãe. Assim, nos evangelhos Maria aparece como uma mulher silenciosa, que com frequência não compreende tudo o que acontece ao seu redor, mas medita cada palavra e acontecimento no seu coração.
Nesta perspectiva, podemos ver um perfil belíssimo da psicologia de Maria: não é uma mulher que se deprime face às incertezas da vida, especialmente quando nada parece correr bem. Nem sequer uma mulher que protesta com violência, que se enfurece contra o destino da vida que muitas vezes nos revela um semblante hostil. Ao contrário, é uma mulher que ouve: não vos esqueçais que existe sempre uma grande relação entre a esperança e a escuta, e Maria é uma mulher que ouve. Maria acolhe a existência do modo como se apresenta a nós, com os seus dias felizes, mas também com as suas tragédias que nunca gostaríamos de ter encontrado. Até à noite suprema de Maria, quando o seu Filho foi pregado na cruz.
Até àquele dia, Maria tinha quase desaparecido da trama dos evangelhos: os escritores sagrados deixam entender este lento escondimento da sua presença, o seu permanecer muda diante do mistério de um Filho que obedece ao Pai. Contudo, Maria reaparece precisamente no momento crucial: quando grande parte dos amigos fogem por terem medo. As mães não traem, e naquele instante, aos pés da cruz, nenhum de nós pode dizer qual tenha sido a paixão mais cruel: se a de um homem inocente que morre no patíbulo da cruz, ou a agonia de uma mãe que acompanha os últimos instantes da vida do seu filho. Os evangelhos são lacónicos e extremamente discretos. Mencionam com um simples verbo a presença da Mãe: «estava» (Jo 19, 25). Ela estava. Nada dizem sobre a sua reação: se chorou ou não... nada; nem uma pincelada para descrever a sua dor: sobre esses pormenores mais tarde teria irrompido a imaginação de poetas e pintores que nos deixaram imagens que entraram na história da arte e da literatura. Contudo, os evangelhos dizem só: ela «estava». Estava ali, no momento mais triste, mais cruel, e sofria com o filho. «Estava».
Maria «estava», simplesmente estava lá. Ei-la novamente, a jovem de Nazaré, agora com cabelos brancos pelo passar dos anos, ainda ocupada com um Deus que só deve ser abraçado, e com uma vida que chegou ao limiar da escuridão mais densa. Maria «estava» na escuridão mais espessa, mas «estava». Não foi embora. Maria está fielmente presente, cada vez que surge a necessidade de manter uma vela acesa num lugar de bruma e neblina. Nem ela conhece o destino de ressurreição que o seu Filho estava a abrir naquele instante para todos nós, homens: está ali por fidelidade ao plano de Deus do qual se proclamou serva no primeiro dia da sua vocação, mas também por causa do seu instinto de mãe que simplesmente sofre, cada vez que um filho atravessa uma paixão. Os sofrimentos das mães: todos nós conhecemos mulheres fortes que enfrentaram muitos sofrimentos dos filhos!
Encontrá-la-emos no primeiro dia da Igreja, ela, mãe de esperança, no meio daquela comunidade de discípulos tão frágeis: um negou, muitos fugiram, todos sentiram medo (cf. At 1, 14). Mas ela simplesmente estava ali, do modo mais normal, como se fosse algo totalmente natural: na primeira Igreja envolvida pela luz da Ressurreição, mas também pelos tremores dos primeiros passos que devia dar no mundo.
Por isso, todos nós a amamos como Mãe. Não somos órfãos: temos uma mãe no céu, que é a Santa Mãe de Deus. Porque nos ensina a virtude da esperança, até quando tudo parece sem sentido: ela permanece sempre confiante no mistério de Deus, até quando Ele parece desaparecer por culpa do mal do mundo. Que nos momentos de dificuldade, Maria, a Mãe que Jesus ofereceu a todos nós, possa sempre amparar os nossos passos e dizer ao nosso coração: «Levanta-te! Olha em frente, olha para o horizonte», porque Ela é Mãe de esperança. Obrigado.
Papa Francisco, Audiência Geral, Praça de São Pedro, 3 de Maio de 2017
01 maio 2025
O Terço com Maria, à Luz de Fátima (para a catequese)
Mistérios Gozosos (Meditam-se às Segundas e Sábados)
1º Mistério Gozoso – A Anunciação do Anjo a Maria
“O Anjo disse: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo.’” (Lucas 1,28)
Reflexão:
Em Fátima, o Anjo da Paz apareceu aos pastorinhos e ensinou-lhes a rezar com o
coração. Depois, foi Nossa Senhora quem veio trazer uma mensagem clara:
“Quereis oferecer-vos a Deus?”
Maria, ao ouvir o anjo, disse "Sim" sem saber tudo o que isso
implicava. Também os pastorinhos disseram "sim" e aceitaram sofrer
por amor a Deus e pela conversão dos pecadores.
Para pensar:
E tu? Estás disposto a dizer "sim" a Deus, mesmo sem saber todos os
planos d'Ele para ti? Pede a Nossa Senhora a coragem de confiar como ela
confiou.
2º Mistério Gozoso – A Visita de Maria a sua prima Isabel
“Maria pôs-se a caminho e foi apressadamente para a montanha, a uma cidade de Judá.” (Lucas 1,39)
Reflexão:
Maria não ficou parada com a notícia do anjo. Ela foi ajudar a prima Isabel,
mesmo estando grávida. Em Fátima, Nossa Senhora pediu aos pastorinhos que rezassem o terço todos os dias, fizessem sacrifícios pela conversão dos pecadores e pela paz no mundo.
Para pensar:
Hoje, quem precisa da tua ajuda? Será que também nós podemos "ir
apressadamente" ao encontro de quem precisa de oração, consolo ou
companhia?
3º Mistério Gozoso – O Nascimento de Jesus em Belém
“Maria deu à
luz o seu filho primogénito, envolveu-o em panos e deitou-o numa manjedoura.”
(Lucas 2,7)
Reflexão:
Jesus nasceu pobre, numa gruta, mas trouxe a maior riqueza: o Amor de Deus. Em
Fátima, Nossa Senhora mostrou aos pastorinhos como o mundo precisava desse
Amor. Ela disse: “O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.”
Francisco e Jacinta quiseram consolar o Menino Jesus, oferecendo sacrifícios
com alegria.
Para pensar:
Tens espaço na tua “manjedoura” para Jesus? Ou o teu coração está cheio de
distrações? Pede a Jesus que nasça no teu interior e te ajude a viver com mais
simplicidade e amor.
4º Mistério Gozoso – A Apresentação de Jesus no Templo
“Levaram-no a
Jerusalém para o apresentar ao Senhor.” (Lucas 2,22)
Reflexão:
Maria e José oferecem Jesus a Deus com alegria e confiança. Em Fátima, Nossa
Senhora pediu que todos nos ofereçamos a Deus também, com as nossas alegrias e
dificuldades, para colaborar com Ele na salvação do mundo.
Para pensar:
Hoje, o que podes oferecer a Deus? Um tempo de silêncio? Um sacrifício
escondido? Um gesto de bondade? Como os pastorinhos, também nós podemos fazer
pequenas grandes ofertas.
5º Mistério Gozoso – O Encontro de Jesus no Templo
“Depois de
três dias, encontraram-no no templo, sentado entre os doutores.” (Lucas 2,46)
Reflexão:
Maria e José estavam aflitos, mas encontraram Jesus onde Ele devia estar: na
casa do Pai. Em Fátima, Nossa Senhora pediu que nunca nos afastássemos de Deus, exortando-nos à conversão, à oração - especialmente do Terço - e à penitência, como meios para alcançar a paz e a salvação das almas.
Para pensar:
Já sentiste que “perdeste” Jesus de vista? Como os pastorinhos, procura-O com
fé. Ele está sempre pronto a ser encontrado, especialmente na oração, na
Eucaristia e na Palavra.
Mistérios Dolorosos (Meditam-se às Terças e Sextas-feiras)
1º Mistério Doloroso – A Agonia de Jesus no Horto
“A sua alma
ficou mergulhada numa tristeza mortal.” (Mateus 26,38)
Reflexão:
No Horto das Oliveiras, Jesus sentiu-se sozinho e com medo, mas ofereceu tudo
ao Pai por amor a nós. Em Fátima, o Anjo ensinou aos pastorinhos a rezar: “Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.”
Maria pediu-lhes que aceitassem os sofrimentos em união com Jesus, para
consolar o Seu Coração ferido.
Para pensar:
Quando te sentes só, incompreendido ou cansado… pensas em oferecer isso a
Jesus? Como os pastorinhos, podes transformar o sofrimento em oração viva.
2º Mistério Doloroso – A Flagelação de Jesus
“Mandou que o
açoitassem.” (João 19,1)
Reflexão:
Jesus foi chicoteado sem culpa. Sofreu em silêncio por cada um de nós. Em
Fátima, Nossa Senhora mostrou aos pastorinhos como tantos pecados ofendem a
Deus e pediu que rezassem e fizessem sacrifícios pela conversão dos pecadores.
Para pensar:
Às vezes, somos injustiçados ou gozados por fazermos o bem ou por sermos
diferentes. Consegues transformar essas dores em oração? Pede a Jesus que te
ajude a ter um coração forte e misericordioso.
3º Mistério Doloroso – A Coroação de Espinhos
“Os soldados
teceram uma coroa de espinhos e colocaram-lha na cabeça.” (João 19,2)
Reflexão:
Jesus foi humilhado, gozado, tratado como um rei falso. Em Fátima, Nossa Senhora
falou de “reparação” – ou seja, consolar Jesus por tanto desprezo e desrespeito
que Ele ainda sofre hoje.
Para pensar:
Já viste alguém ser gozado ou humilhado? Ficas calado ou defendes? Também hoje
Jesus sofre em cada pessoa que é maltratada. Serás tu um consolo ou mais um
espinho?
4º Mistério Doloroso – Jesus com a Cruz às Costas
“Carregando
Ele próprio com a cruz, saiu para o lugar chamado Calvário.” (João 19,17)
Reflexão:
Jesus cai, levanta-se, continua... nunca desiste. Em Fátima, os pastorinhos
aprenderam a carregar as suas “cruzes” com alegria, oferecendo tudo a Deus, até
as pequenas dores e dificuldades.
Para pensar:
Tens alguma “cruz” que custa a carregar? Problemas em casa, na escola, dúvidas,
medos? Oferece tudo a Jesus, como fizeram os pastorinhos. Ele caminha contigo.
5º Mistério Doloroso – A Morte de Jesus na Cruz
“Pai, nas tuas
mãos entrego o meu espírito.” (Lucas 23,46)
Reflexão:
Na cruz, Jesus deu tudo por amor. Foi o maior ato de amor da história. Nossa
Senhora, em Fátima, mostrou aos pastorinhos como muitos esquecem este amor e
vivem longe de Deus. Por isso pediu: “Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios
pelos pecadores.”
Para pensar:
Jesus deu a vida por ti. E tu, o que estás a dar por Ele? Um pouco do teu
tempo? A tua oração? A tua fidelidade? Pede a Nossa Senhora que te ensine a
amar Jesus com o coração inteiro.
Mistérios Luminosos (Meditam-se às Quintas-feiras)
1º Mistério Luminoso – O Batismo de Jesus no rio Jordão
“Este é o meu
Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência.” (Mateus 3,17)
Reflexão:
Jesus não precisava de ser batizado, mas quis colocar-se ao lado dos pecadores.
Em Fátima, Nossa Senhora lembrou aos pastorinhos a importância da conversão.
Disse-lhes: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido.”
O Batismo é o início da nossa caminhada com Deus. E a conversão é uma escolha
de todos os dias.
Para pensar:
Lembras-te do teu Batismo? Sabias que naquele dia te tornaste filho(a) de Deus?
Como estás a viver esse dom? Estás a tentar seguir Jesus de verdade?
2º Mistério Luminoso – O milagre nas Bodas de Caná
“Fazei tudo o
que Ele vos disser.” (João 2,5)
Reflexão:
Nas Bodas de Caná, Maria percebe o problema antes de todos e apresenta-o a
Jesus. Ela confia que Ele fará algo – e Ele faz o seu primeiro milagre.
Em Fátima, Maria também veio alertar a humanidade e apontar para Jesus. Pediu
oração, penitência e confiança na salvação que vem de Deus.
Para pensar:
Qual é o teu “vinho que falta”? Alegria? Esperança? Paz? Maria diz-te hoje:
“Faz o que Jesus te disser”. Confias Nele, mesmo sem ver o milagre logo?
3º Mistério Luminoso – O anúncio do Reino de Deus
“Convertei-vos
e acreditai no Evangelho.” (Marcos 1,15)
Reflexão:
Jesus percorreu vilas e cidades, anunciando um Reino diferente – onde o amor, a
justiça e o perdão têm a última palavra. Em Fátima, Nossa Senhora pediu aos
pastorinhos que rezassem pela conversão dos pecadores, para que todos pudessem
fazer parte desse Reino.
Para pensar:
Que tipo de “reino” estás a construir com a tua vida? Só para ti, ou para os
outros também? Estás disponível para dizer “sim” a esse Reino como os
pastorinhos disseram?
4º Mistério Luminoso – A Transfiguração de Jesus
“O seu rosto
brilhou como o sol.” (Mateus 17,2)
Reflexão:
Jesus mostra aos apóstolos um pedacinho da sua glória, para que não desanimem
nas horas difíceis. Em Fátima, Nossa Senhora também mostrou aos pastorinhos a
luz do Céu e disse-lhes que o sofrimento aqui é passageiro, mas que vale a pena
viver com os olhos na eternidade.
Para pensar:
Tens esperança? Ou desanimas facilmente? Pede a Deus que te mostre a Sua luz,
mesmo nos dias escuros. Como os pastorinhos, confia que o Céu existe – e espera
por ti.
5º Mistério Luminoso – A instituição da Eucaristia
“Isto é o meu
corpo, entregue por vós.” (Lucas 22,19)
Reflexão:
Na Última Ceia, Jesus dá-Se por inteiro. É o maior presente: a Sua presença
real na Eucaristia. Em Fátima, o Anjo ensinou esta oração:
"Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido."
Os pastorinhos aprenderam a amar profundamente a Eucaristia. Francisco passava
horas a consolar Jesus escondido no sacrário.
Para pensar:
Como vives a Missa? É uma obrigação ou um encontro? E quando passas diante de
uma igreja... lembras-te que Jesus está lá? Ele espera por ti.
Mistérios Gloriosos (Meditam-se aos Domingos e Quartas-feiras)
1º Mistério Glorioso – A Ressurreição de Jesus
“Ele não está
aqui, ressuscitou, como disse.” (Mateus 28,6)
Reflexão:
A Ressurreição de Jesus é o maior milagre e a maior vitória. Ele venceu a morte
para que todos nós pudéssemos viver a vida nova. Em Fátima, Nossa Senhora falou
sobre a importância da conversão e da oração. Ela sabia que a vitória de Cristo
era a resposta para todos os nossos problemas.
Para pensar:
Acreditas que, mesmo quando as coisas parecem difíceis, Jesus já venceu a morte
e te oferece uma vida nova? O que precisas de ressuscitar na tua vida hoje? Fé?
Esperança? Amor?
2º Mistério Glorioso – A Ascensão de Jesus ao Céu
“Quando O
viram, adoraram-No, mas alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-se deles e
disse: ‘Toda a autoridade me foi dada no Céu e na terra.’” (Mateus 28,17-18)
Reflexão:
Depois de ressuscitar, Jesus sobe ao Céu, mas antes de ir, promete estar
connosco até ao fim dos tempos. Em Fátima, Nossa Senhora pediu que rezássemos o
Terço para fortalecer a nossa fé e lembrarmo-nos da presença de Deus, mesmo
quando não O vemos fisicamente.
Para pensar:
Ainda que não possas ver Jesus, sabes que Ele está perto de ti. Como vives a
certeza de que Ele cuida de ti? Como te prepara para a vida eterna ao lado
d'Ele?
3º Mistério Glorioso – A Descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos
“Todos ficaram
cheios do Espírito Santo.” (Atos 2,4)
Reflexão:
No Pentecostes, o Espírito Santo veio dar força aos apóstolos para anunciarem o
Evangelho. Em Fátima, Nossa Senhora pediu aos pastorinhos que rezassem para que
o Espírito Santo iluminasse o coração das pessoas, ajudando-as a viver segundo
o plano de Deus.
Para pensar:
Já sentiste a força do Espírito Santo na tua vida? Pede ao Espírito Santo que
te dê coragem para viver como discípulo de Jesus, com os dons da sabedoria, da
fortaleza e do amor.
4º Mistério Glorioso – A Assunção de Maria ao Céu
“Maria, a Mãe
de Jesus, foi elevada ao Céu em corpo e alma, e a sua glória é sinal de
esperança para todos os cristãos.”
Reflexão:
Maria foi elevada ao Céu, corpo e alma, porque foi a Mãe de Jesus, cheia de
graça. Em Fátima, ela revelou a sua imensa bondade e misericórdia, pedindo aos
pastorinhos que rezassem e fizessem penitência para que todos pudessem
encontrar a glória do Céu. A Assunção de Maria mostra-nos que, com a graça de
Deus, também nós podemos alcançar a vida eterna.
Para pensar:
Sabias que Maria, nossa Mãe, está sempre a interceder por nós junto de Deus?
Como vives a tua relação com Maria? Pede-lhe para te ajudar a caminhar com mais
fé e confiança em Jesus.
5º Mistério Glorioso – A Coroação de Maria como Rainha do Céu e da Terra
“Maria é
elevada à condição de Rainha do Céu, porque, sendo a Mãe de Cristo Rei,
partilha da Sua glória e realeza.”
Reflexão:
Maria é coroada Rainha, porque é a Mãe de Jesus, o Rei. Ela não está no Céu
para ser adorada, mas para interceder por nós. Em Fátima, Nossa Senhora
apareceu com um manto brilhante, mostrando que a sua missão é conduzir-nos até
ao Coração de Jesus. Ela é a nossa Mãe e Rainha, e quer que confiemos n'ela.
Para pensar:
Sabes que Maria, como Rainha, cuida de ti com um amor imenso? Que atitude tens
para com ela? Pede-lhe para te guiar no caminho de fé, sempre com confiança na
sua intercessão.





